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UM NOVO FORMATO DE DATAS E HORÁRIOS!

Caros futuros congressistas.
Como devem ter notado, para o XXVIII CBV nós estamos adotando um novo modelo de datas e horários. Em anos anteriores, nossos Congressos se iniciavam sempre aos domingos, a partir das 14 horas, e iam normalmente até a terça ou quarta-feira, pela manhã. Neste ano de 2017, iniciaremos nosso congresso numa quinta feira, dia 07/09, pela manhã, a partir das 9 horas, com a formação da mesa Diretora da SBV e a Cerimônia de Abertura.
Mas porque adotar este modelo? Na verdade, queremos ganhar qualidade e agilidade em nosso evento, pois iniciando pela manhã, temos todo o dia de atividades na abertura do congresso, propiciando alto nível de interesse dos participantes logo em seu primeiro contato com o evento. Este é o modelo adotado por grandes Sociedades Científicas mundiais, como são os casos da American Society for Virology (ASV) e American Society for Microbiology (ASM).
No entanto, para que esta proposta alcance êxito será muito importante que os congressistas cheguem a Belo Horizonte até a noite do dia 06. Para estimular sua viagem nesta data, a secretaria do Congresso estará aberta para Registro a partir das 9 horas de quarta-feira, dia 06. Adicionalmente, estamos preparando um evento social surpresa, ainda na noite do dia 06/09. Portanto, não perca todas estas novidades! Participe!

Um grande abraço e até BH
Comissão Organizadora do XXVIII Congresso Brasileiro de Virologia

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Venha curtir Belo Horizonte

Praça do Papa

Casa do Baile

Praça Sete

Comida Mineira

Igreja da Pampulha

Praça da Liberdade

Dinâmica e arrojada, Belo Horizonte é uma cidade jovem que conserva toda essência da antiga tradição mineira. Tem localização privilegiada, interligando todos os estados brasileiros, clima gostoso o ano todo e inúmeras belezas naturais. O povo, além de muito acolhedor, é alegre e festeiro.
Um dos melhores passeios para quem visita Belo Horizonte é conhecer o conjunto paisagístico e arquitetônico da Praça da Liberdade, foco de alguns dos mais belos cartões postais da cidade. Inspirada no palácio de Versalhes, a praça foi construída para abrigar a sede do Governo e todas as secretarias de estado. Com seus jardins e fontes, a praça é cercada por edifícios famosos como o Palácio do Governo e o Edifício Niemeyer, além dos diversos prédios que abrigavam secretarias de estado e que foram transformados em magníficos centros de arte e cultura.
Reconhecido como Patrimônio Cultural da Humanidade, o complexo arquitetônico projetado por Niemeyer é composto pela Igreja de São Francisco de Assis (mais conhecida como Igrejinha da Pampulha), o Museu de Arte (antigo cassino), a Casa do Baile e o Iate Tênis Clube. Na Pampulha estão, ainda, o Mineirão e o Mineirinha, palcos de importantes espetáculos esportivos e artísticos, além do Jardim Zoológico, do Jardim Japonês de Belo Horizonte e do Parque Ecológico da Pampulha.
A cidade tem uma grande diversidade de museus. O Museu de Arte da Pampulha, projetado por Niemeyer para funcionar como cassino, abriga um acervo permanente e da intensa programação, com exposições de artistas do mundo todo, além de salas multimídia, biblioteca e café/bar. O Museu de Artes e Ofícios, localizado na Praça da Estação, é o único da América Latina que retrata o tema. São mais de duas mil peças sobre as mais variadas profissões dos séculos XVIII a XX. O Museu de Mineralogia Professor Djalma Guimarães, que faz parte do complexo da Praça da Liberdade e é popularmente conhecido como “Rainha da Sucata” por sua inusitada arquitetura, possui um rico acervo com mais de três mil dos principais minerais extraídos do mundo. O Museu Histórico Abílio Barreto é o único casarão da época do arraial Curral del-Rey, que deu origem a Belo Horizonte. Memória viva da cidade. Além desses, vários outros museus enriquecem a cultura da cidade: Museu de Ciências Morfológicas UFMG, Museu Giramundo, Museu Inimá de Paula, Museu Mineiro, Museu de História Natural e Jardim Botânico da UFMG e Museu de Ciências Naturais da PUC.
A Praça do Papa recebeu esse nome depois da visita do Papa João Paulo II que, diante da vista maravilhosa da cidade, disse “que belo horizonte”. Foi erguido um monumento para homenagear o ilustre visitante. Cercada pela Serra do Curral, a praça é um belo lugar para apreciar a vista da cidade.
Com projeto paisagístico assinado por Burle Marx, o parque possui a maior aérea verde da cidade: 2,3 milhões de metros quadrados de matas nativas, ideais para fazer trilhas ou passeios bucólicos. O parque possui um mirante do qual se pode apreciar uma vista panorâmica e muito bonita da cidade.
A Praça Rui Barbosa, conhecida como Praça da Estação, faz parte da história da cidade, pois abrigava a estação de trem por onde chegavam os materiais para a construção da nova capital mineira. Recentemente passou por uma grande reforma e hoje é um dos principais espaços públicos para a realização de shows e eventos. Na Praça da Estação está localizado o Museu de Artes e Ofícios, que vale a pena visitar.
Localizado bem no centro da capital mineira, o Mercado Central é ponto de visita obrigatória. Nas suas 400 lojas é possível encontrar de tudo, desde frutas, verduras, laticínios, bebidas e artigos gourmets como artesanato de todos os tipos e até animais de estimação. Seus inúmeros bares e restaurantes especializados em pratos típicos mineiros encantam turistas de todas as partes do mundo. O Mercado Central é, por toda essa diversidade, um grande centro popular da cultura mineira.
Conhecida como capital nacional dos bares e restaurantes, Belo Horizonte tem cerca de 12 mil estabelecimento do gênero. Anualmente são realizados na cidade vários festivais gastronômicos como “Brasil Sabor” e “Comida di Buteco”. Mas isso não quer dizer que o visitante só encontre comida mineira. A cidade possui restaurantes onde é possível apreciar o melhor da gastronomia mundial. Seus bares com música ao vivo e inúmeras casas noturnas fazem com que Belo Horizonte tenha uma das noites mais animadas do Brasil.